quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Quanto você precisa dormir?

Estamos cansados de ouvir que dormir o suficiente é muito importante para ter um bom desempenho e manter a saúde. O número de horas apregoadas pela maioria dos especialistas é de 8 horas. Entretanto, algumas pessoas dizem que não se sentem descansadas com menos de 9 ou 10 horas de sono, enquanto outras se sentem muito bem dispostas dormindo menos de 6 horas por noite. A necessidade individual de sono depende de hábitos ou dos nossos genes? Se você sente culpa por gostar de dormir saiba que existe sim uma influência genética no número de horas que cada pessoa necessita para se sentir descansado.
É o que mostra uma pesquisa publicada na revista Sciences, de 14 de agosto. Os genes do sono. Os genes que influenciam o sono ainda são pouco conhecidos, mas sabemos que a variabilidade entre pessoas de uma população obedece a uma herança dita multifatorial, como a altura ou o peso. Os fatores ambientais (prática de esportes, stress, alimentação adequada etc..) são responsáveis por 50% e a contribuição genética (chamada de herdabilidade) responde pelos outros 50%. Ela depende de vários genes cada um com um efeito pequeno. Em um extremo da curva estão aqueles que precisam de pouco sono e no outro os conhecidos “dorminhocos”.
Entretanto, mutações em alguns genes podem ter um efeito significante no nosso sono. É sobre isso o artigo publicado pelo Dr. Ying He e seus colaboradores. Mutação em indivíduos de pouco sono Esses pesquisadores descobriram que uma mutação (P385R) em um gene denominado DEC2 - envolvido entre outras coisas no ritmo circadiano - está aparentemente associado a pouca necessidade de sono. Essa mutação foi encontrada em uma família - denominada de família de pouco sono - (short sleep family). Os portadores da mutação (mãe e filho) dormiam cerca de 6 horas, enquanto os outros familiares, que não tinham a mutação, dormiam em média 8 horas (variando de 7.4 a 9.4). Trata-se de uma mutação rara. Como saber se ela exerce mesmo esse efeito? Essa mutação identificada em uma família não foi encontrada em 250 indivíduos da população.
Como então ter certeza que ela influencia o sono? Para ter essa resposta os cientistas geraram um camundongo transgênico com a mesma mutação. Observaram que os animais portadores da mutação permaneciam ativos entre 1.2 a 2.5 horas a mais que os controles sem a mutação. Confirmaram assim seus achados em humanos. Afinal, quanto sono precisamos? Trata-se de uma pergunta não só de interesse social, mas também científica, que tem sido objeto de muitas pesquisas: qual é o papel ou a importância do sono no nosso desempenho e bem-estar? Estudos genéticos serão muito importantes para desvendar esse mistério.
Por outro lado, confesso que fiquei aliviada ao saber que se trata de uma mutação rara. Imaginem se tivéssemos que nos submeter a um teste de DNA para sabermos se temos uma propensão genética a dormir muito ou pouco antes de sermos aceitos em um novo emprego? E você, caro leitor? Sabia que os genes influenciam a sua necessidade de sono?

Fonte: Veja.com.br

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Os custos de ter um funcionário sedentário

Despesas referentes a problemas de saúde de um funcionário sedentário podem chegar a cerca de 330 dólares por ano, segundo o jornal The Physician and Sportsmedicine, destinado a médicos que tratam do equilíbrio entre saúde e exercícios físicos. Esse valor não inclui custos indiretos, como a compensação por ausência no trabalho, perda de produtividade ou doenças crônicas causadas pelo sedentarismo, como diabetes e alguns tipos de câncer.

A Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, disponibiliza em seu site uma ferramenta que permite estimar essa perda através de um rápido teste, disponível apenas para empresas norte-americanas. De acordo com a instituição, um aumento de apenas 5% nas atividades físicas pode reduzir significativamente os custos com cuidados de saúde e perda de produtividade. Kristin Wehner, colunista de saúde da revista Entrepreneur, reuniu cinco dicas de como oferecer qualidade de vida aos seus funcionários. Confira:
1) Dê o exemplo: Na hora de apoiar os cuidados com a saúde dos funcionários, as organizações mais bem sucedidas contam com o exemplo de superiores e dos que estão há mais tempo trabalhando na empresa.

2) Faça avaliações: Pesquisar sobre os interesses dos funcionários e fazer avaliações dos riscos de saúde pode ajudar a descobrir quais as necessidades da força de trabalho de sua empresa. Você pode começar com medições de peso e pressão sanguínea, por exemplo.

3) Forneça treinamentos: Dê todo apoio para que os funcionários deixem a rotina sedentária. Investir no desenvolvimento de programas e treinamentos para eles ajuda bastante.

4) Crie um ambiente de trabalho saudável: Não adianta fixar um papel na parede divulgando que sua empresa apóia a qualidade de vida. Faça crescer uma cultura organizacional que valorize ações como horário de trabalho flexível, licença maternidade e paternidade, e regras para fumantes.

5) Estimule as atividades físicas: Você não precisa construir uma super academia dentro da empresa, mas pode criar um programa próprio de exercícios. Incentivar o uso das escadas no lugar de elevadores e criar um grupo de ciclistas são algumas sugestões que podem render bons frutos.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Os Jogos São Nossos

Poisé,

e agora? levantar as mangas e organizar, preparar os jogos sem esquecer a copa. Grana, muita grana vai rolar, por caminhos certos e errados também. Legado teremos, mas o que o Rio precisa é de uma política publica de Esportes para utilizar as instalações e formar talentos, assim, como todos os estados do Brasil tem que começar a caçar talentos, temos 6 anos para isso, pois participaremos em todas as modadlidades, do futebol a esgrima, passando pela luta greco-romana.


Enfim, Boa Sorte Rio, nos encontraremos lá, tenho certeza do sucesso.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

É Hoje!

Bom dia!

Sai hoje a tarde a definição da cidade sede, 13h30mim horário de Brasília. Na minha humilde opinião vencerá a melhor e mais preparada cidade, digo isto pois, Tóquio e Pequim são no mesmo continente, assim como Londres e Madrid, Chicago a rejeição da população é grande e aqui teremos a copa em 2014. Todas tem contras, mas temos uma ligeira vantagem em relação aos jogos nunca terem sido realizados na América do Sul.
o site globo.com tem uma explcação legal sobre o sistema de votação, é so clicar.
Agora é esperar
Até mais

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Avaliações do COI -II

Segue abaixo a análise do Comite Olímpico Internacional sobre as cidades de Madrid e Rio.

Madri foi a cidade mais criticada no relatório do Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgado nesta quarta-feira. A entidade internacional apontou diversas falhas organizacionais e até legais na candidatura: “durante a visita, não ficou claro se a legislação espanhola antidoping está de acordo com o código da WADA (Agência Mundial Antidoping, na sigla em inglês). É importante que isso seja resolvido”. Além disso, ao contrário das outras cidades, que tiveram suas apresentações e documentação muito elogiadas no relatório, o COI descreveu os documentos de Madri 2016 como “variando em qualidade”. Não bastasse isso, a entidade criticou a falta de clareza na estrutura administrativa para os Jogos, que, segundo o COI, não explica satisfatoriamente os papeis e as responsabilidades dos administradores dos Jogos, incluindo a área financeira. “Isso pode ser um grande desafio financeiro e organizacional”, diz o relatório.A favor da cidade, o grande apoio popular. Atrás apenas do Rio de Janeiro, Madri tem 84,9% de sua população querendo a realização das Olimpíadas na capital espanhola. Nacionalmente, a Espanha é a melhor neste quesito: 86% dos espanhóis mostram apoio à candidatura. O Brasil é o segundo, com 68,9%.

O Rio de Janeiro deu mais um importante passo nesta quarta-feira em busca do direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Em relatório divulgado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a comissão que esteve na cidade brasileira em abril demonstrou ter gostado das propostas apresentadas. Um dos fatores mais ressaltados no documento foi a intenção do Rio de usar o evento como ferramenta de transformação e inclusão social. Por outro lado, ficou evidente a preocupação com as acomodações. Com base nos relatórios das quatro cidades (Rio, Madri, Tóquio e Chicago) será escolhida no dia 2 de outubro deste ano a cidade que sediará a competição.

Logo na introdução do relatório feito pela comissão avaliadora que visitou as quatro cidades, foi destacado que "A Canditura do Rio 2016 faz parte do programa do governo brasileiro de investir no esporte como catalisador para a integração social". Isso seria possível através dos seguintes programas: inclusão social atráves do esporte; esporte de elite; expansão da infraestrutura esportiva e sediar grandes eventos esportivos. A logo "Viva essa paixão" e o grande apoio popular, o maior entre as candidatas com 85%, também foram ressaltados.

- Estamos muito felizes, porque o relatório confirmou a aprovação do COI ao nosso projeto e nossa visão para os Jogos, e que o Rio é considerado pronto para receber os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos pela primeira vez na América do Sul. A visita da comissão de avaliação ao Rio foi um grande sucesso e isso foi destacado na descrição da nossa documentação e apresentações, definidas como de ‘qualidade muito alta’ - disse Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016.
Enfim, amanhã é o dia D.
Abraços

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Avaliações do COI

Segue abaixo a análise do Comite Olímpico Internacional sobre as cidades de Chicago e Tóquio

Para realizar uma “experiência espetacular” para o mundo, como diz em seu relatório, Chicago não foi modesta. A cidade americana apresentou um orçamento de US$ 3,8 bilhões (R$ 7,15 bilhões, aproximadamente) para realizar os Jogos Olímpicos entre os dias 22 de julho e 7 de agosto.
No entanto, o Comitê Olímpico Internacional (COI) apresentou críticas à candidatura de Chicago. A maior delas é justamente em relação ao alto orçamento: o COI não encontrou no relatório nenhuma garantia da cidade de que haveria receita suficiente para cobrir os custos. Além disso, o trânsito intenso nas ruas de Chicago joga contra a cidade e o COI se decepcionou com a falta de planos para o transporte público. Como no relatório do Rio, há preocupação social. A cidade prevê uma verba de US$ 10 milhões (cerca de R$ 18 milhões) para sete fundações promoverem o desenvolvimento econômico e comunitários dos bairros mais próximos aos locais de competição.

Chicago apresentou um plano com 22 locais de locais de competição, a Vila Olímpica e diversos hotéis concentrados em um raio de 8km do centro da cidade. Fora deste raio, estariam tênis, pentatlo moderno, tiro, hipismo e ciclismo. O conceito dos Jogos inclui ainda outros elementos, como atividades culturas, transformando o centro da cidade em um playground olímpico com atmosfera festiva.A candidatura americana não acredita que precisa de um grande número de novas estruturas esportivas. A maior parte dos locais de competição será lugares que já existem ou temporários. Novas construções só serão feitas em caso de muita necessidade e se forem deixar um legado positivo para a comunidade do local. Chicago espera ser um modelo para outras cidades e para o Movimento Olímpico.

Embora tenha um plano elaborado e vasta receita para realizar os Jogos Olímpicos, Tóquio tem um obstáculo sério na sua candidatura: a falta de apoio popular. O Comitê Olímpico Internacional (COI) expressou preocupação com os números da pesquisa feita na cidade japonesa: 55,5% da população apoia a iniciativa, menor percentagem dentre todas as candidatas, e 23,3% se opõe, maior número dentre as quatro cidades. Com orçamento de US$ 2,86 bilhões (R$ 5,38 bilhões), os Jogos de Tóquio têm como critério para a localização das estruturas esportivas o menor tempo possível para viajar de um local para outro, tanto pelos atletas como pelos espectadores e a imprensa. A candidatura da cidade japonesa em 2016 pretende mostrar o legado positivo dos Jogos de 1964, usando estruturas construídas naquela época. Porém, isto também sofreu críticas do COI. Na visita à cidade, a entidade internacional acredita que as antigas estruturas de Tóquio muitas vezes não são boas o suficiente para sediar competições olímpicas, e que novos locais deveriam ser construídos. Além disso, o tamanho da área disponível para a construção da Vila Olímpica também é preocupante para o COI.
Tóquio planeja organizar os Jogos de 2016 entre 29 de julho e 14 de agosto. A visão da cidade é “Unindo nossos Mundos”, combinando vitalidade e sustentabilidade, herança e inovação, de acordo com o plano de dez anos (2007 a 2016) de planejamento urbano da cidade. Este ano tem três objetivos principais: arborização da cidade, criar um modelo urbano para uma sociedade mais velha e promover o esporte para as crianças. Para isso, a cidade criou dois fundos: um para a candidatura a 2016, com capital de US$ 3,7 bilhões (R$ 6,9 bilhões) e outro para promover esportes através de intercâmbio e a identificação de futuros atletas e treinadores, de US$ 200 milhões (R$ 370 milhões, aproximadamente).
Amanhã Madrid e Rio

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Possíveis impactos das Olimpíadas no Rio

Na próxima semana, o COI vai eleger a cidade sede das Olimpíadas de 2016. E o Rio está na disputa. A sede dos jogos é sempre uma cidade. Mas os benefícios dessa honra se espalham pelo país inteiro. Na próxima sexta-feira (02/10), o Comitê Olímpico Internacional vai eleger a cidade sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
A expansão do metrô na cidade do Rio é fundamental para a realização da Olimpíada, mas o progresso pode chegar a distâncias bem maiores. Segundo um levantamento da Fundação instituto de Administração, de São Paulo, e encomendado pelo Ministério do Esporte, os setores da economia que receberiam mais recursos seriam: construção civil, 10,5%, imóveis, 6,3%, serviços a empresas, 5,7%, petróleo e gás, 5,1%, informática e comunicação, 5% e transportes, 4,8%. A promessa de prosperidade não é exclusiva para a cidade que pode sediar os jogos. O estudo conclui que a expansão da indústria e dos serviços no Rio de Janeiro vai gerar mais encomendas de produtos de outros estados. E, por isso, as previsões de emprego, salários e arrecadação de impostos são de crescimento para todo o Brasil. “Nós, para fazermos uma Olimpíada, temos que construir 10 mil quartos de hotel aqui no RJ. E obviamente as pessoas que vão vir vão querer conhecer outras cidades. E então, vai incrementar a construção de hotéis e pousadas em todo o país”, disse o presidente do Sinduscon, Roberto Kauffman.
O investimento previsto para os governos e a iniciativa privada nos Jogos Olímpicos é de quase R$ 29 bilhões. Segundo o estudo, o impacto na economia chega a R$ 102 bilhões com reflexos até 2027. “Vai trazer benefícios pra população de uma forma geral”. “Sem dúvida vai gerar mais emprego”. Em média, serão criados 120 mil empregos por ano, até 2016 e 130 mil, nos dez anos seguintes. “Metade dos empregos gerados na preparação dos Jogos Olímpicos será de fora do Rio de Janeiro, porque o investimento que é feito pelo governo repercute em toda a cadeia produtiva, em uma escala enorme, envolvendo empresas de infraestrutura, empresas de serviços. Portanto o investimento é feito no Rio de Janeiro , mas é irradiado para todo o Brasil”, explicou o ministro do Esporte, Orlando Silva.
Ficamos na torcida!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Cidades Candidatas

Ontem postamos o vídeo institucional do RIO2016, abaixo seguem os links das cidades concorrentes, gostei muito do vídeo de Tokio, porém, na minha modesta opinião o do Rio é o mais legal.
Madrid
Tokio
Chicago
Que de Rio!
Abraços e bom final de semana.